Bla bla bla, amém

Você acredita em dragões? Nem eu.

E se te ensinassem desde pequeno que em outra dimensão que ninguém sabe qual é e ninguém consegue ver, existem dragões alados, que são superiores à nós, criaram tudo que existe, e devemos temê-los e nos ajoelhar pra eles? E ainda existisse um livro oficial, este o mais lido do mundo, onde aventuras incríveis e inimagináveis acontecessem guiadas por estes dragões?

Ficaria difícil não acreditar não é mesmo?

O que? Dragões são tão fantasiosos que você não acreditaria mesmo assim?

De qualquer forma, considere-se um ateu.

E nem me venha com pedras na mão que eu sei bem o que escrevo, apenas substituí a palavra “Deus” por “Dragões”. Releia o texto substituindo e comprove por si só.

Agora você acreditaria em dragões não?

Acreditaria mesmo? Ou apenas tem medo de fugir dos padrões que amarram em você?

Eu sei, é difícil. Eu também tenho medo, a sociedade não tem piedade, e não perdoaria uma calúnia destas causada por tão singulares em meio à tão esmagadora maioria lacrada e com selo do Inmetro. Fantoches.

Te chamo de ateu, pelo fato de todos sermos ateus. Se eu acredito no Tapicamandulam deus que gosta de verduras, que acabei de inventar, pra mim você é um ateuzinho de merda e sua crença não significa nada pra mim, assim como a dos muçulmanos, judeus e outras infinitas (afinal, criar uma igreja é ou não um bom negócio?).

Nos bancos, não gritam tanto.

Nos bancos, não gritam tanto.

Eu não quero criticar sua religião, muito menos a sua fé. Generalizando, apenas estou questionando o quão manipuláveis nós conseguimos ser, a ponto de acreditar e aceitar histórias tão surreais e sem fundamentos, como a da bíblia, como o custo de um servidor de hospedagem, como aquela em que culparam os judeus pela crise da Alemanha, lembra?

Cara, o livro “Eram os deuses Astronautas” que defende a idéia de que os antigos receberam a visita de “extraterrestres”, tem muito mais fundamentos, provas e estudos que a bíblia, e o autor escreve de uma maneira tão convincente que faz você acreditar parcialmente ou completamente na tese dele, e digo mais, Von Däniken se fosse “fanfarrão” poderia muito bem criar uma religião com ela, poderia inclusive ganhar mais que com as vendas do livro, dependendo dos castigos. É mermão ou dá ou desce!

Mas a crença é algo necessário no mundo, penso. Ela existe desde sempre, pois os homens são dependentes, de conhecimento, de amor, de um propósito e quando não possuem isso, são facilmente convencidos pela fé, o que na teoria não é ruim, não fosse o fato da fé ter se tornado um dos negócios mais rentáveis, um transporte para o céu, onde só anda quem paga e estudante não paga meia.

* Já me segue no twitter?

* Respeito a sua crença, respeite meu modo de pensar também.

* Obrigado ao pessoal que leu o blog e criticou, seja pessoalmente ou por comentários.

14 Respostas to “Bla bla bla, amém”

  1. Daniela Says:

    Excelente tese. Vamos aguardar as críticas dos crentes!!.
    Se tiver interesse em publicar seus textos sobre religião no nosso site, fique a vontade.

  2. Abelardo Says:

    Que historia é essa de dizer que dragões não existem, PORRA?! Dragões existem, Deus não existe. Deus é apenas uma crendice popular no mundo todo.
    Brincadeiras a parte, ótimo texto você está de parabéns. Se esse blog fosse hospedado no blogger (Deus [google] indexa seu post na primeira pagina das pesquisas assim que o post é publicado) aposto que você iria atrair muito mais salsinhas de cristo, mas acho que não vai atrair muitas.
    []’s
    @AbelardoDanger

    • Bruno Marques Says:

      Nem disse isso pooow!
      Só disse que não acredito. Nos alados é claro, somente os subterraneos e aquaticos.
      Brigado pelos elogios ;)
      Nem gosto do blogger ;/

  3. William Aptera Says:

    Bom, já falou tudo né..
    não discordo de nada ae.. sempre pensei assim…
    parabéns POWERSLAVE!!!!

  4. julioneto Says:

    Era uma vez… Sivirino…
    Quando Sivirino tinha 14 anos a mãe dele quase todo dia o forçava a ir para a chata igreja daquele pastor que só sabe gritar. Então Sivirino se revoltou uma noite e disse que naquela noite ele não iria para a droga da igreja… e ficou em casa sozinho. Toda sua família foi para a igreja dar glórias e gritar para seu amigo imaginário que eles chamam de Deus.

    Nessa noite ele deu uma saidinha para comprar um lanchinho. Quando estava comprando ele ouve um estrondo. Ao olhar em volta vê uma marca de bala bem ao seu lado. Qualquer pessoa poderia dar glórias a Deus e sair correndo pra igreja pra agradecer a benção… MAS… Sivirino era um garoto inteligente… ele não faria essa estupidez… enquanto ele via a dona da barraca se tremendo de medo e gritando elogios pro seu amigo imaginário ele começa a pensar como aquilo havia ocorrido e a conclusão é excelente… não foi um milagre… foi mero acaso… probabilidade… ele tentou falar isso para a dona, mas ela deu um tapa nele e mandou ele pedir perdão a Deus. Sivirino saiu irritado com aquilo e resolveu que daquele dia em diante ele seria ateu.

    Sivirino já com 23 anos estava prestes a se formar na universidade, um rapaz inteligente, bonito, simpático e ateu. Era um dos melhores da universidade, havia tirado o 1º lugar no vestibular, MAS claro que ele não agradeceu nada a ninguém. Afinal o trabalho tinha sido todo ele. E sua namorada uma garota igualmente linda, simpática, inteligentíssima e ateica lhe dava o maior apoio em todas suas convicções, MAS claro que ele não precisava dela para acreditar no que acreditava. Ele sabia que era um homem da razão, fiel a lógica e a ciência, Deus era um amiguinho imaginário para os fracos, ele não era fraco. Tinha a mente aberta e não era um cego religioso.

    Quando Sivirino tinha 35 anos ele sofreu um acidente de carro terrível, mas saiu completamente ileso. Nenhum arranhão, ao contrário… saiu para ajudar o outro motorista, MAS claro que ele não deu graças a amigo imaginário algum, afinal tinha tudo sido obra do acaso. Prababilidade… naquela noite ele poderia estar morto, e ele sabia disso, mas nem por isso ele iria se tornar um religioso babaca, ao contrário! Ele começou a valorizar mais ainda a vida que tinha.

    No ano seguinte ele foi traído pela esposa… como qualquer outra pessoa. Claro que os irmãozinhos da igreja quiseram diser que era punição de Deus. MAS isso tudo só o fez ficar mais convicto ainda que realmente, Deus algum existe. E depois de superar a traição ele aproveitou a vida mais ainda. Até o dia que seu filhinho morreu de uma doença que não foi diagnosticada a tempo. Os retardados da igreja fizeram vigílias de oração… mas nada adiantou… MAS a situação era tão complexa que Sivirino, diferentemente do que normalmente fazia deixou que orassem pelo filho, mas nada adiantou. O garoto morre, MAS claro que ele não acreditou em Deus, ao contrário se houvesse um Deus ele o odiava agora.

    Um dia ele conheceu Mônica. Já maduro, com 40 anos a relação se construiu de uma forma incrível e amorosa. Sivirino se fortaleceu novamente, saiu do posso da depressão e voltou a atividade. MAS claro que ele não agradeceu a ninguém por isso, mas sim a sí próprio… afinal ele tinha construido quem era sozinho. E foi essa “construção” que encantou a Mônica.

    Bem, Sivirino teve que morrer, como qualquer outro mortal. Parecia que esse dia nunca chagaria, ma chegou para ele. As pessoas normalmente mostram sua verdadeira face e vão pro lado da “fé”. Dizem que acreditam num amiguinho imaginário só para poder ir para o céu, caso esse realmente exista. MAS Sivirino não era como qualquer um outro… ele tinah princípios e não iria ser tão ridículo e morreu tendo orgulho de sí mesmo.

    Bem… descupem pela longa história. Mas a questão é? O que quero dizer com tudo isso? Para pensar não se deixe levar pelas aparências ;)

  5. jessica Says:

    Bom, Primeiro quero esclarecer q… sou crente pelo fato de crer em Deus e não estou aqui pra criticar ninguem ja criticando, a sua tese como diz nosso amigo ali em cima é obvia… porem so um questionamento se deus não existi, da onde surgiu as pessoas, os animais, e tudo o que a no mundo? boa pergunta tambem né po se vc não acredita em Deus é uma opinião sua porem nen vc mesmo sabe se ele exixte ou não, vc acredita em seus sonhos? vc acredita que daqui a alguns dias vc ja não esteja nessa vida e nesse mundo ignorante onde so abta pessoas ignorantes q nen vc q não sabe oq fala e nen oq pensa deus quando te fez ele resolvel colocar titica de galinha na sua cabeça vc não sabe de nd não sabe nen quem vc é e nen pra q vc serve, imagino eu q pra nd né….

    até logo amiguinho ^^

  6. jessica Says:

    vc é patético….

  7. jessica Says:

    e so de pensar que deus ainda tem compaixão de pessoas cm vc se eu fosse deus teria nojo de pessoas assim cm vc que so fala merda, mas cm dizem quem não tem oq fazer inventa né…..rs patetico

  8. Bruno Marques Says:

    Meu Dragão!
    Jéssica, estude, pense, leia. DEPOIS escreva alguma coisa. Tive que colar seu texto no google tradutor (idioma: ANALFABET to PORTUGUESE) para conseguir ler, e mesmo assim deu trampo!
    Cara, eu não sei se dou risadas, se choro, se desligo o computador ou se simplesmente finjo que não li nada para não perder meu tempo.
    No seu enorme texto ( se é que isso pode ser chamado de texto) não vi nenhum argumento que consiga, pelo menos parcialmente, debater com o meu texto, na verda eu não vi nenhum argumento. Nem concordancia gramatical eu vi, porra!
    Eu não vou nem me dar o trabalho de me defender da sua “resposta” ao meu texto, por que ela mesmo já o faz. Você é o retrato do meu texto, que foi enviado pelos dragões para ilustra-lo melhor. Uma dádiva, reconheço!
    São niveis diferentes minha cara Jéssica, me desculpe, mas é verdade.
    Leia um pouco, por favor… Não quero a Dilma no poder.

  9. Peri Says:

    Quem discute se coisas não-materiais existem é a filosofia, pois coisas imateriais não podem ser averiguadas por meio de estudos e experimentos científicos. Isso significa que comparar deus com bules de chá ou dragões/unicónios invisíveis é falácia, e não um argumento coerente e conciso. É a falácia de inversão de planos, através do qual, neste caso, se compara um conceito metafísico (deus) com um físico e concreto (dragão, ainda que de características excepcionais). O mesmo método (científico) não vale para objetos de estudo de natureza diferente (concreta e não concreta). Sua comparação acaba caindo no “apelo ao ridículo”, através do qual tenta-se ridicularizar o conceito de deus e o religioso ao invés de refutar racionalmente o que por ele é dito.

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